• R$ 3 bilhões: dinheiro a ser liberado em caráter emergencial para os prefeitos gastarem em despesas de custeio de serviços públicos de saúde e educação. A primeira parcela, de valor não anunciado, será paga em agosto e a segunda, em abril do ano que vem.
• R$ 600 milhões: verba adicional a ser repassada para complementar o Piso de Atenção Básica (PAB) na saúde, destinado a pagar salários de médicos públicos. A ideia é pagar salário de R$ 10 mil para cada médico, além de uma ajuda de custo que pode variar de R$ 10 mil a R$ 30 mil dependendo da localidade em que ele se estabelecer.• R$ 3 bilhões: valor que vai financiar R$ 4 mil mensais a mais para a manutenção de cada posto de saúde e custeio das equipes de saúde (não inclui pagamento salarial). Caso a equipe seja composta por dentistas, haverá um acréscimo no repasse de R$ 2 mil a R$ 3,9 mil.
• R$ 5,5 bilhões: investimento para melhorar a estrutura física das unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). O dinheiro será usado para ampliar 11,8 mil postos de saúde e construir outros 6 mil. Também devem ser erguidas 225 unidades de pronto-atendimento (UPAs).
• R$ 3,2 bilhões: valor para financiar a construção de 2 mil creches.
• R$ 4,7 bilhões: dinheiro disponível para cidades com menos de 50 mil habitantes aderirem ao programa Minha Casa, Minha Vida. A meta é construir 135 mil moradias nesses municípios.
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