quarta-feira, 1 de julho de 2015

DILMA TEM MAIOR AVALIAÇÃO NEGATIVA DA SÉRIE HISTÓRICA

O governo da presidente Dilma Rousseff (PT), alcançou a maior avaliação negativa (com 68% dos entrevistados), da série histórica do levantamento feito pelo Ibope e divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (01).
 
 O porcentual dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo ultrapassou a marca negativa do então presidente José Sarney, em julho de 1989, batendo o recorde nos 29 anos de dados levantados.
A avaliação positiva do governo (9%) só não foi menor do que a registrada por José Sarney (7%), em pesquisas realizadas em junho e julho de 1989.
 
 Ainda de acordo com a pesquisa, a reprovação do governo prevalece em todas as áreas pesquisadas. A taxa de juros e a política é desaprovada por 90% dos entrevistados, sendo que 6% aprovam. A política do governo para a área de saúde foi reprovada por 86% das pessoas ouvidas, o combate a pobreza teve desaprovação de 68% da população.
 
A reprovação da forma de governar de Dilma subiu de 78% na pesquisa realizada em março, para 83%. A aprovação caiu de 19% para 15%.

SANEPAR QUER REAJUSTAR TARIFA DA ÁGUA NOVAMENTE

 
Ricardo Chicarelli/09-01-2015
 
A Sanepar solicitou ao Instituto das Águas uma revisão tarifária extraordinária dos preços da água e do esgoto. A decisão foi comunicada oficialmente ao mercado, aos investidores e à Comissão da Valores Mobiliários (CVM) no dia 25 de junho.
 
 Na prática, isso significa que o consumidor terá que arcar com mais um aumento das tarifas de água e esgoto ainda este ano, a entrar em vigor, possivelmente, no mês de setembro. Neste ano, a empresa já teve um reajuste anual de 12,5% que começou a ser cobrado, parte em março e o restante em junho.

SENADO APROVA REAJUSTE D ATÉ 78% AOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO

Sob intenso protestos de funcionários públicos por mais de seis horas, o Senado aprovou nesta terça-feira (30) uma proposta que concede um reajuste salarial de até 78% entre 2015 e 2017 para os servidores do Poder Judiciário.

 A decisão é um duro golpe para o governo Dilma Rousseff que costurava um acordo para tentar adiar, para o próximo ano, o aumento parcelado para a categoria.

A proposta prevê um aumento médio de 59,49% para os servidores em três anos e pode causar um impacto de R$ 1,5 bilhão nas contas do governo só este ano.

 O projeto faz parte da chamada "pauta bomba" do Congresso, que ameaça o ajuste fiscal do governo. A categoria alega defasagem salarial, uma vez que o último plano de cargos e salários foi aprovado em 2006.

PARA REFLETIR


REQUIÃO E ÁLVARO LIDERAM DISPUTA AO GOVERNO DO PR

A primeira rodada de pesquisa de intenção de voto para o governo do Paraná na eleição em 2018 mostra dois senadores do estado disputando a liderança. Roberto Requião (PMDB), que ficou em segundo lugar na campanha do ano passado, aparece em primeiro lugar, com 30,2% das preferências.

 Alvaro Dias (PSDB), reeleito senador com mais de 4 milhões de votos, aparece empatado tecnicamente com 26,6% das intenções.  O deputado estadual Ratinho Júnior ( PSC ) aparece em terceiro lugar, com 20,01% dos votos

SENADO APROVA CORREÇÃO DA TABELA DO IR

Com a correção gradual na tabela do Imposto de Renda, a faixa de isenção será elevada de R$ 1.787,77 para R$ 1.903,98. A faixa salarial sujeita à maior tributação, de 27,5%, será acima de R$ 4.664,68 -atualmente, esse limite é de R$ 4.463,81.
A proposta de correção do IR teve o aval do ministro Joaquim Levy (Fazenda), que negociou pessoalmente a nova tabela com o Congresso em março deste ano. Antes, o governo havia enviado uma proposta de ajuste escalonado com pequenas diferenças em relação ao texto apresentado pelos congressistas, que acabou prevalecendo.

A presidente Dilma Rousseff defendia o índice máximo de 4,5%, uma de suas promessas de campanha eleitoral, mas o Congresso insistiu nos 6,5%. O Palácio do Planalto era resistente à correção maior porque não quer reduzir sua arrecadação, mas aceitou o acordo desde que os 6,5% valessem apenas para as faixas salariais mais baixas.

DEPUTADOS REJEITAM REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

Depois de 22 anos de tramitação, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 171/93, que prevê redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves e hediondos, como homicídio e roubo qualificado foi rejeitada no plenário da Câmara dos Deputados.
Faltaram cinco votos para que a proposta fosse aprovada. Foram 303 a favor, quando o mínimo necessário eram 308. A PEC recebeu 184 votos contra e 3 abstenções.

Agora, há possibilidade de que nesta quarta-feira seja votada a PEC original, na qual a redução da idade penal se daria para todos os crimes, e não apenas para delitos graves ou hediondos, como previa a proposta que foi rechaçada na terça pela Câmara.