Número apresentado pelo secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, mostrou que a Folha salarial consumiu ano passado R$ 8 bilhões a mais do que no último ano do governo Requião.
Mesmo com a elevação do ICMS e do IPVA e sem contar o reajuste dos servidores, o orçamento de 2015 deve registrar deficit de mais de R$ 2,2 bilhões. "Para que possamos ajustar as contas do Estado, não podemos conceder reajustes acima da inflação", ponderou.
. Costa reafirmou ainda que ações da Copel e da Sanepar não serão vendidas.
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