Reportagem publicada nesta quarta-feira (4) no site do jornal O Estado de S. Paulo informou que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou, em depoimento de sua delação premiada, que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), teria recebido propina de recursos desviados da estatal que “extrapolaram” o teto de 3% do valor dos contratos – que seria o limite dos repasses a políticos que participavam do esquema investigado pela Operação Lava Jato.
Segundo as investigações do caso, o acerto original seria distribuir entre 1% a 3% do valor dos contratos com a Petrobras em propina. Segundo a reportagem, Costa teria declarado que a propina excedeu os 3% para que “fosse incluído um valor para Renan”.
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