O ministro Aloizio Mercadante (Educação) informou nesta terça-feira (14), em audiência pública no Congresso, que o ingresso de médicos formados no exterior --em países como Cuba, Portugal e Espanha, por exemplo-- será uma política temporária e os profissionais selecionados poderão atuar no Brasil por um prazo de até três anos.Segundo o ministro, há uma "política estruturante" para o aumento do número dos profissionais no Brasil, que será feita com abertura de novas escolas de medicina em regiões onde hoje há carência de médicos e estrutura para recebê-los. Isso será feito por meio de editais do MEC (Ministério da Educação), que deverão ser publicados ainda neste semestre.
Ao mesmo tempo, disse o ministro, haverá uma "política de transição". Médicos com registro em seu país virão para o Brasil e trabalharão com registro provisório em regiões onde hoje faltam esses profissionais. A atividade receberá tutoria das universidades federais.
Esses médicos não poderão atuar na rede privada e não receberão um registro definitivo no país, disse o ministro.
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